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| Cartaz da FLUFF 2025. |
Eu já deveria ter publicado essa postagem antes, mas, como vocês podem imaginar, sou uma pessoa leeenta, praticamente movida a manivela. Pois bem, no início de setembro, entre os dias 2 e 5, ocorreu a terceira edição da FLUFF, a feira literária da UFF - Universidade Federal Fluminense. O evento desse ano celebrou os 40 anos da editora da universidade, a EdUFF. A programação da feira, que aconteceu no campus Gragoatá, em Niterói, estava bem interessante, com atividades variadas.
Uma pena que, nos dois dias em que lá estive, fui muito rapidamente e não consegui participar das atividades. No dia 3, dei uma passada no meu horário de almoço e no dia 5 fui na parte da tarde, após sair do trabalho. Basicamente, fui à FLUFF para comprar livros - como vocês podem imaginar. Mas gostaria de nas edições futuras da feira dispor de mais tempo, para desfrutar do evento, de fato.
A editora da UNESP e a Lexikon estavam com descontos muito bons. O stand/mesa da EdUNESP foi o que mais me fez gastar meus poucos cobres: comprei três livros daquela coleção sobre revoluções, coordenada pela Emilia Viotti, mais dois da coleção de clássicos - Quincas Borba, de Machado de Assis, e Contos da Era do Jazz, de F. Scott Fitzgerald - e, lembrando do meu passado não tão distante assim de medievalista, O ano mil, de Henri Focillon.
Acabou que não comprei nenhum da Lexikon, ainda que tenha ficado fortemente tentada a adquirir a nova edição da gramática de Cunha e Cintra, que estava sendo vendida pela metade do preço normal. Mas, na altura em que a vi, já havia estourado o meu módico orçamento.
Também não foi dessa vez que levei para casa o livro sobre a rádio Fluminense, A Nova Onda Maldita + Aumenta que é rock 'n' roll, do jornalista Luiz Antonio Mello, publicado pela EdUFF. Mas, no caso deste, creio que terei outras oportunidades de adquiri-lo. Da EdUFF, os que levei foram Dramas, campos e metáforas, do antropólogo Victor Turner, e o Atlas Histórico-Econômico do Brasil no Século XIX - uma lindeza de atlas e baratíssimo (paguei apenas R$ 15,00 por ele).
Além dos livreiros, havia também algumas pessoas vendendo artigos de papelaria e, é claro, que eu não poderia deixar de adquirir alguns itens.
Eu até tento evitar comprar mais livros. Mas como resistir às promoções de uma feira?
